Pintei meu cabelo de roxo! – Dip Dye

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Em toda a minha vida, nunca imaginei que algum dia eu iria pintar o cabelo com um cor fantasia. Mas cá estou, mordendo a língua e amando essa mudança radical!

Uma vez, cabelo colorido era algo mais fechado para o grupinho dos “alternativos” – emos, roqueiras teens, infantiloides e etc – pois isso não me apetecia tanto essa ideia de estragar as luzes do meu cabelo. Mas hoje acho que esse preconceito ficou para trás, já consigo enxergar esse tipo de tinta como apenas mais uma cor dentre tantas, não importa que seja azul ou castanho. É tipo como os esmaltes, que possuem tantas cores lindas disponíveis e que podem ser utilizados conforme o nosso humor. Sem contar que te liberta daquele padrão de beleza onde todas as mulheres são condicionadas. O meu único arrependimento é de não ter pintado antes o cabelo inteirinho!

Aproveitei que ainda tinha um restinho de luzes no meu cabelo – não faço descoloração desde 2014! – para me arriscar com uma cor bem diferente e divertida. Escolhi o roxo ou violeta, pois como é escuro, ficaria mais discreto com o restante dos meus cabelos naturais, que também são escuros. Na foto parece bem mais chamativa do que é na real, porque ao vivo percebe-se apenas um reflexo violeta nas pontas (lindo!) e todo mundo elogiou, até a minha mãe, que (assim como eu antigamente) era totalmente contra essas “extravagâncias” capilares. Como também pretendo cortar essa parte descolorida em breve, se desse errado eu nem iria me preocupar muito também.

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Depois de muito tempo pesquisando sobre tintas, escolhi a Keraton Hard Fix da Kert, na cor Miss Violet. Foi a única marca que respondeu prontamente ao email e me assegurou que o produto não contém glúten, portanto é seguro para celíacos usarem também. 💜 (composição completa aqui)

Como sou super leiga nessas coisas de beleza e nunca havia pintado o cabelo por conta própria antes, me atrapalhei um pouco na hora do preparo. Desperdicei praticamente o conteúdo inteiro das embalagens, pois misturei tudo (como manda na caixinha) mas usei apenas um pouquinho, já que colori apenas as pontas. Dava para usar tranquilamente outras tantas vezes, mas tive que jogar fora o que sobrou por conta desse meu equívoco (depois de misturado não pode guardar por muito tempo). Por isso deixo avisado aqui para que vocês não cometam esse mesmo errinho se forem fazer apenas dip dye ou mechas – utilizem sempre a proporção de 2 partes de emulsão reveladora para 1 de tonalizante. A tinta não é cara, mas como não encontrei essa cor nas lojas da minha cidade, tive que comprar pela internet e o frete foi super demorado.

Ah, e ela não funciona em cabelos escuros! Para a cor pegar mesmo, tem que estar descolorido antes ou ser beeeeeeem loiro naturalmente. O meu castanho escuro não sofreu alteração nenhuma, a tinta pegou bem apenas na parte onde eu tinha luzes.

Ainda não sei como é a fixação dessa tintura, pois pintei há menos de 3 dias. Dizem que ela sai bastante conforme vai lavando no banho, mas até agora continua intacta. Vamos ver como será no decorrer do tempo. Depois eu atualizo o post para contar para vocês sobre esse tópico.

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Meu look: Meet the Ozzy

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Ano passado, depois que o cachorrinho da minha avó partiu, ela estava muito sozinha e triste, sentindo falta de uma companhia. Para curar essa ferida, resolvi dar um novo cachorro para ela – acho que o amor deles é o melhor remédio para tudo – então pesquisei bastante até encontrar um que fosse adequado às necessidades e realidade dela. Queríamos um cachorro grande, pois ela tem pátio com grama, mas que não fosse agressivo – o Mike já a havia mordido recentemente e foi um trauma muito grande, tanto físico quanto emocional, então isso não poderia se repetir. Também precisava ser um filhote, pois seria mais fácil para ele se acostumar com os comandos e rotina dela. Por incrível que pareça, não achei em nenhum lugar um vira-latinha assim, pois a adoção é sempre a primeira opção aqui em casa. Os grandes geralmente já estavam adultos e muitos tinham mistura com raças agressivas, o que dificultaria muito a adaptação com uma senhora de idade. Então, no final das contas, resolvi comprar um Border Collie de um canil confiável.

Eu sei que muitas pessoas vão me jogar pedras e julgar por ter comprado um cachorro, mas acredito que as raças estão aí para suprir certas necessidades de quem ama um cão mas tem restrições. Não compro pela beleza e nem para fazer de acessório, tenho muito respeito pela vida e sei que um vira-lata tem o seu valor tanto quanto um animal de raça – a primeira Lili, a segunda Lili e o Lupi que o digam. Nesse caso foi necessário comprar um padrão específico de personalidade e porte, mas não será menos amado do que qualquer outro cachorrinho.

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Essas fotos foram tiradas quando ele chegou, no dia 30 de Outubro, por isso ainda estava bem assustadinho, meio jururu por ter enjoado no carro e desconfiado com tanta gente ao redor dele. Mas alguns dias depois já estava bem adaptado e feliz com a minha avó.

Nem preciso falar que a Vó Ni AMOU a surpresa, né? Ela que é apaixonada por cachorros desde criança, abriu um sorriso que está durando até hoje! No início tínhamos algumas sugestões de nomes para ele, mas ela escolheu Bolt, por causa do desenho da Disney. Como ela tem origem alemã, não conseguia pronunciar muito bem e no outro dia mesmo já pediu para eu escolher outro mais fácil, então decidi colocar Ozzyela nem imagina que seja por causa do cantor do Black Sabbath. 😂

P.S.: Meu look todo rosa é por causa de um evento filantrópico do Outubro Rosa que eu tinha ido pela manhã, então não se assustem com o excesso monocromático.

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Conjunto veludo: Cativa | Tênis: Vans | Óculos: Renner

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