Documentário sobre Edgar Allan Poe estreia no Halloween

Nesse Halloween teremos um documentário sobre o ícone da literatura Edgar Allan Poe, que combinará cenas de dramatização de sua vida com a leitura de seus contos góticos. Como se sabe, Poe morreu em 1849 sob circunstâncias misteriosas e as causas da morte continuam desconhecidas até hoje. Mas o foco não será sobre isso, e sim no motivo dele permanecer um escritor tão célebre e popular na história da literatura ocidental durante todos esses séculos – e também um dos mais incompreendidos.

De acordo com a sinopse oficial, o documentário “explorará as falsas interpretações acerca de Poe e revelará como ele abordou o que significa ‘ser humano’ em um mundo moderno e às vezes assustador”.

O diretor por trás desse projeto é o Eric Strange, que já trabalhou no departamento artístico de vários grandes filmes, como Batman, Stardust, Troia, O Lobisomem e outros tantos igualmente espetaculares, então podemos esperar algo de muito bom gosto nesse novo trabalho.

Contaremos também com a interpretação do ator Denis O’Hare (ganhador de um prêmio Tony e indicado ao Emmy), que encarnará toda a escuridão do escritor. A narração fica por conta da atriz Kathleen Turner, e algumas leituras são feitas por Chris Sarandon (o Jack Esqueleto, de O Estranho Mundo de Jack)Ben Schnetzer.

O documentário, que se chamará Edgar Allan Poe: Buried Alive, estreará no dia 30 de Outubro no canal PBS americano e estará disponível para stream e download no site oficial já no dia 31.

Já estou ansiosa por esse Halloween!

Anúncios

Feliz Dia das Mães!

sininhu sylvia santini dia das mães blog got sin sandra camargo santini

Feliz Dia das Mães!

Não sou como aquela Musa
Movida ao seu verso pelo adorno
Que o próprio céu usa como ornamento
E o belo com seu alento se insinua
Par a par, comparando-se, orgulhoso
Ao sol e à lua, às ricas joias da terra e do mar
Com as primeiras flores de abril, e tudo o que é raro
Que os céus abarcam sob a abóbada imensa
Ah, deixa-me ser fiel ao amor e à escrita
E então, creia, meu amor é tão puro
Como de uma criança, embora menos luzidio
Que as fixas flamas douradas no manto celestial
Deixa que digam mais do que tão bem ouvem
Não louvarei senão o que eu puder defender.

Soneto 21 – William Shakespeare