Aniversário do Blackout – a Bíblia do Pop

It’s Britney, bitch!

O álbum Blackout da Britney Spears comemora hoje 10 anos de lançamento e continua sendo um marco na história musical, muitas vezes referenciado como a própria Bíblia do Pop. Mesmo lançado na época mais dark da carreira da nossa princesinha, é o trabalho mais visceral que um artista pop já ousou fazer. Tudo isso de uma maneira dançante, sexy, com letras divertidamente irônicas e sagazes, melodias pesadas e empolgantes… perfeito para esquecer todos os seus problemas e se jogar na pista da boate! Desde a sua criação, até hoje ele influencia todas as músicas e artistas pop, um verdadeiro ícone.

Como eu cresci com a Britney, todos os álbuns dela fizeram sentido com a fase pessoal que eu passava no momento, parecia que evoluíamos (e caíamos) juntas. Quando o Blackout foi lançado, não foi diferente. Eu estava na fase mais baladeira da minha vida, andando com pessoas interesseiras e falsas, ligando o foda-se para tudo e todos, vivendo como se não houvesse limites ou regras (assim como ela). Poucos meses depois, lembro de ver a Britney sendo internada às pressas depois de um colapso nervoso e eu, não pelos mesmos motivos, também passava por problemas de saúde e acompanhava tudo isso de dentro de um hospital. Foi uma época bem pesada, mas uma ótima maneira de quebrar o ego e se libertar de todas as amarras sociais que exigiam perfeição a todo custo. Lembro que esse álbum me ajudou muito a passar por esses momentos, era uma gota de ânimo instantâneo assim que eu apertava o play.B

O site The Fader fez uma matéria especial sobre esse aniversário, trazendo diversas informações novas e entrevistas exclusivas com os produtores do álbum, entre eles o nosso tão aclamado Danja e a própria Britney Spears. É fascinante tentar entender o que se passava no olho do furacão que a Britney vivia na época. Dessa maneira, conseguiu abrir os olhos do público e os fez entender que ela não era uma mera bonequinha manipulada, pois possuía uma grande alma artística – muito talentosa, por sinal!

Até hoje esse álbum é considerado o melhor de sua carreira. Uma mistura de música eletrônica na medida certa com uma batida forte de hip-hop. Músicas como “Gimme More”, “Piece of Me” e “Break the Ice” são sexy e representam sua resposta contra a manipulação da mídia e seus amigos falsos. Ao mesmo tempo, são divertidas e ótimas para dançar.

O que Britney Spears diz sobre o Blackout?

Blackout foi a primeira vez que trabalhei com o Danja, ele me deu oportunidade e liberdade de explorar sons e influências mais urbanas. Isso realmente me inspirou! Também tive a chance de cantar mais e trabalhar minha voz de maneiras que não tinha feito antes. A mágica do Blackout foi na verdade muito simples: não foi muito pensado, apenas fiz o que sentia e funcionou. Às vezes o menos é mais, eu acho.
Ah, sim, é bem provocante – e eu amo provocar!”

Danja, produtor

“Eu não pensei sobre “música pop” enquanto criava o Blackout. Eu estava curtindo música dance e EDM na época, mas ainda não era mainstream. Eu ia em clubes de Miami algumas vezes por semana para observar a atmosfera. Todo mundo dançava muito “Satisfaction” do Benny Benassi e também Tiesto, literalmente em transe. Então pensei: “É isso! Se minha música não te faz sentir dessa maneira, o que estamos fazendo? Não pensei sobre nada mais do que trazer essa essência para a cultura popular.

Já viu essa linda rainha pop em uma música com batidas pesadas e arrasadoras? É como caramelo – rico, quase insuportavelmente doce, mas tão bom ao mesmo tempo. Isso era o que eu estava disposto a fazer. Queria fazer com que as pessoas fizessem careta quando ela começasse a tocar. Tipo em “Get Back“, uma das faixas bônus, era sombria e parecia um videogame – baterias um pouco distorcidas, sintetizador sujo com uma característica quase desagradável, mas com uma boa melodia. Os sons de baixo ainda tinham tons. Até mesmo em “Gimme More” tudo era distinto e tinha características.

Não pensávamos muito antes de irmos ao estúdio – nós apenas nos deixávamos levar pelo fluxo. Fomos capazes de criar sem nenhuma distração e ninguém nos mandando seguir uma direção. É por isso que a parte do álbum Blackout em que colaborei acabou sendo o que é, nós éramos livres.

A Britney deve ter passado por muita coisa a mais em sua vida pessoal do que nós sabíamos naquele momento, e a coisa ficava ainda mais louca quando nos aprofundamos nesse projeto. Mas durante todo o processo, ela era muito presente, atenciosa e interativa. Ela foi uma das pessoas mais fáceis para fazer as coisas – ficaria sentada e cantaria, não importa quantas vezes a fizéssemos repetir, até termos tudo pronto.

Você saberia como ela se sente em relação a uma canção por pura linguagem corporal, ela nem precisa falar nada: Enquanto arrasava nas letras e melodias, ela estaria dançando muito! Você escuta histórias do Michael Jackson criando coreografias inteiras enquanto gravava algumas de suas músicas, e isso acontece com ela também. Eu só me certificava de fazer batidas que ela poderia dançar, algo pesado e diferente com toques de hip-hop. Depois que percebi que era isso que ela queria fazer, foi onde permaneci.

Se você escutar rádio agora ou as músicas mais famosas no iTunes, todo artista pop tem agora algo meio “hard 808” e um toque urbano de hip-hop, e para as artistas femininas, a Britney começou com isso. Ela fez ser OK dançar um pouco, falar porcarias, ter batidas mais pesadas. E tudo isso começou nas boates de Miami!”

 Confira a matéria completa no site do The Fader!

E escute o álbum Blackout no Spotify:

 

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Fantasia de Britney Spears na Urban Outfitters!

Impossível falar do começo dos anos 2000 sem lembrar do maior ícone de estilo da época: Britney Spears! Por isso, a Urban Outfitters resolveu fazer uma homenagem com o lançamento de uma fantasia de Halloween especial para todos os fãs da Britney, um macacão vermelho igual ao do vídeo de Oops!…I Did It Again!

O bodysuit é quase idêntico ao original, só deixaram de fora a boca sino, mas tem golinha alta e o tecido é mais confortável, de Spandex. Pode ser encontrado nas lojas online do tamanho PP ao XG e custa apenas 69 dólares!

O melhor é que, além de retratar um dos mais icônicos vídeo pop já lançados, ainda o design do macacão original foi todo planejado pela própria Britney, inspirado no vídeo de Human Nature da Madonna.

Como sou B-Army assumidíssima, achei perfeito para usar no Halloween! Mas confesso que usaria facilmente para ir na padaria, no shopping, no mercado e para passear com meus cães. Nunca se sabe quando precisaremos brincar com alguns corações no meio do caminho, não é mesmo?

17 anos depois e nós continuamos NÃO TÃO INOCENTES!

Most Girls…

Algumas garotas se sentem melhor em seus vestidos curtos
Algumas garotas usam apenas calça de moletom, parecendo princesas
Algumas garotas beijam novas bocas todas as noites
Elas ficam até tarde porque estão comemorando a vida

Em alguns dias você se sente tão bem em sua própria pele
Mas está tudo bem se quiser mudar o corpo que veio com você
Porque você fica melhor ainda quando se sente uma rainha
Todas estamos jogando de uma maneira tentando ganhar a vida

A maioria das garotas são inteligentes, fortes e lindas
A maioria das garotas trabalha duro, vão longe. Somos imparáveis!
A maioria das garotas na nossa luta para vencer todos os dias
Nunca são iguais

Eu quero ser
Quero ser como a maioria das garotas
Eu quero ser

Algumas garotas preferem guardar seu corpo
Algumas garotas usam jeans super justos porque parece tão certo
Algumas garotas, procuram todos os dias, mantendo as engrenagens girando
Dormindo tarde porque estão comemorando a vida

Em alguns dias você sente tão bem em sua própria pele
Mas está tudo bem se quiser mudar o corpo que veio com você
Porque você fica melhor quando se sente uma rainha
Todas estamos jogando de uma maneira tentando ganhar a vida

Eu quero ser
Quero ser como a maioria das garotas
Eu quero ser

ASSISTA O VÍDEO NOVO DA HAILEE STEINFELD: AQUI

Hip Hop, street style e a valorização da Moda – Marc Jacobs

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Nem preciso assistir todos os desfiles para eleger o meu favorito dessa temporada do NYFW, pois o Marc Jacobs chegou lacrando com tudo. Um belo tapa na cara da nossa sociedade hipócrita, que tinha transformado a moda em bagunça, transferindo-a para segundo plano nos principais eventos das semanas de moda do mundo inteiro.

Com uma simplicidade poética, Marc Jacobs deixou a moda falar por si em um dos desfiles mais minimalistas que ele já produziu. Sem distrações – não tinha música, nem cenário e até os celulares foram proibidos naquele momento – foi claramente uma tentativa de resgate ao que realmente era importante ali: as roupas e acessórios.

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Apesar de parecer óbvio o objetivo de um desfile, a maioria dos seus frequentadores está ali por outras conveniências que não são a moda. Virou um evento social oco, onde parece ser mais importante sentar na primeira fila ou dizer que foi naquele evento como uma espécie de troféu fashionista (mesmo não tendo absorvido nada dele). Todos querem ser influentes, mas acabam influenciando apenas mais daquela cultura vazia que vemos aos montes nas colunas sociais de qualquer cidadezinha (e agora no Instagram). Os panos pendurados nas modelos e todo o trabalho daquele estilista acabam relegados.

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Então depois desse VRÁ na cara de muitos, começou o show de verdade. A nova coleção foi inspirada no Hip Hop e a importância dele para o desenvolvimento do street style. Marc Jacobs diz que assistiu ao documentário Hip-Hop Evolution na Netflix, que mostra a evolução desse gênero musical dos anos 70 aos 90 e como essa cultura riquíssima foi transferida para o nosso cotidiano naturalmente:

“Como nasci e cresci em Nova York, foi durante a minha época na High School of Art and Design que eu comecei a ver e sentir a influência do hip-hop nas outras músicas e também na arte e estilo. Essa coleção é a minha representação do estilo causal esportivo. É um reconhecimento e um gesto do meu respeito pelo polimento e consideração aplicados à moda de uma geração que será para sempre o fundamento do estilo de rua da cultura juvenil.”

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Observando os detalhes, percebemos que tudo foi pensado para ser usado nas ruas mesmo. Não há nada ali que não possa fazer parte do nosso guarda-roupa. Talvez apenas os chapéus exagerados se reconfigurem um pouco, mas gostei que eles tenham aparecido dessa maneira bem evidente, pois é um sinal de que o estilista apostou forte nessa tendência e a gente pode se divertir bastante com peças mais enxutas (sou suspeita para falar, pois eu amo chapéus!). Amei as cores nude, marrom e dourado praticamente dominando a paleta do desfile. Os colares gigantes (bling-bling ♥), os casacos com pelúcia (no caso do desfile, acredito que sejam peles de verdade, infelizmente) e os microcompimentos tocam o meu coração.

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Por mais desfiles ricos em cultura e menos futilidade! ❤

O discurso da Madonna que todos deveriam ouvir

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Perdi a conta de quantas vezes me senti representada pelas palavras da Madonna. Já compartilhei com vocês inúmeras vezes, pois sempre são impactantes, certeiras e necessárias para o empoderamento de muitas pessoas, principalmente mulheres. Então não seria diferente no discurso que ela fez ao receber o prêmio de Mulher do Ano da Billboard.

Pode-se dizer que ela roubou o show ontem, usando apenas a sua velha arma da honestidade. Por mais cruel que possa parecer, o que precisa ser dito, ela dirá sem rodeios. Cutucar a ferida é com ela mesma. Já expôs todos os podres da sociedade e causou polêmicas que ajudaram todo mundo dar um passo para frente, sempre em rumo à liberdade.

Depois de começar com uma piada – “Sempre me sinto melhor com algo duro entre as pernas” – Madonna começa o seu sermão:

“Estou aqui em frente como um capacho.
Quero dizer, como uma artista feminina.

Obrigada por reconhecerem a minha habilidade de continuar na minha carreira por 34 anos diante de tanto sexismo, misoginia, bullying constante e abuso implacável.

As pessoas estavam morrendo de aids em todos os lugares. Não era seguro ser gay e nem estar associada com a comunidade gay. Era 1979 e Nova York era um lugar muito assustador. No meu primeiro ano, fiquei na mira de uma arma, fui estuprada no terraço com uma faca fincada na minha garganta e eu tive o meu apartamento invadido e roubado tantas vezes que eu parei até de trancar a porta. Nos anos seguintes, perdi quase todos os meus amigos para a aids, ou drogas, ou tiros.

Como vocês podem imaginar, todos esses acontecidos inesperados não apenas me ajudaram a me tornar a mulher ousada que está aqui, mas também me lembraram que sou vulnerável e que, na vida, não há segurança verdadeira, exceto acreditar em si mesma.

Fui inspirada pela Debbie Harry, Chrissie Hynde e Aretha Franklin, mas minha musa real era o David Bowie.

Ele incorporava o espírito masculino e feminino e isso me serviu muito bem.
Ele me fez pensar que não havia regras.

Mas eu estava errada.

Não há regras… se você é um menino!
Existem regras se você é uma menina.

Se você é uma menina, você tem que jogar o jogo:
Você tem permissão para ser bonita, fofa e sexy.
Mas não pareça muito esperta.
Não haja como você tivesse uma opinião que vá contra o status quo.

Você pode ser objetificada pelos homens e
pode se vestir como uma puta,
mas não assuma e se orgulhe da puta em você.

E não, eu repito, NÃO compartilhe suas próprias fantasias sexuais com o mundo.

Seja o que homens querem que você seja!
E, mais importante, seja alguém com quem as mulheres se sintam confortáveis quando você estiver perto de outros homens.

Por fim, não envelheça.
Porque envelhecer é um pecado.
Você vai ser criticada e humilhada e definitivamente não tocará nas rádios.

Eventualmente, me deixaram em paz depois que me casei com o Sean Penn. Não porque ele chutaria alguns traseiros, mas sim porque eu estava fora do “mercado”. Sabe, por um tempo, fui considerada uma ameaça. Mas anos depois, divorciada e solteira, fiz o álbum Erotica e lancei o livro Sex. Lembro de ser a notícia principal de cada jornal e revista. Tudo o que eu lia sobre mim era condenatório.

Eu era chamada de vagabunda e bruxa.
Uma manchete me comparava com o diabo.

Eu disse, ‘Espera aí um minutinho, o Prince não está correndo por aí usando meia-calça, salto alto, batom e mostrando a bunda?’ Sim, ele estava. Mas ele era um homem.

Essa foi a primeira vez que realmente entendi que as mulheres não têm a mesma liberdade dos homens.

Eu me lembro de desejar ter uma mulher para me apoiar.
Camille Paglia, a famosa escritora feminista, disse que eu fiz as mulheres retrocederem ao me objetificar sexualmente.

Então eu pensei: ‘Se você é uma feminista, você não tem sexualidade, você a nega’.
E eu disse: ‘Foda-se. Eu sou um tipo diferente de feminista. Sou uma feminista má’.”

A coisa mais controversa que eu já fiz foi me manter aqui.

Michael Jackson se foi. Tupac se foi.
Prince se foi.
Whitney Houston se foi.
Amy Winehouse se foi.
David Bowie se foi.
Mas eu continuo aqui. Sou uma das sortudas e todo dia eu agradeço por isso.

O que eu gostaria de dizer para todas as mulheres que estão aqui hoje é: Mulheres têm sido oprimidas por tanto tempo que elas acreditam no que os homens falam sobre elas. Elas acreditam que elas precisam apoiar um homem. E há alguns homens bons e dignos de serem apoiados, mas não por serem homens, mas porque eles valem a pena. Como mulheres, nós temos que começar a apreciar nosso próprio mérito. Procurem mulheres fortes para serem amigas, para serem aliadas, para aprenderem com elas, para serem inspiradas, para serem apoiadas e para serem instruídas.

Estou aqui mais porque quero agradecer do que para receber esse prêmio. Agradecer não apenas a todas as pessoas que me amaram e me apoiaram ao longo do caminho; vocês não têm ideia de quanto o apoio de vocês significa. Mas para aqueles que duvidam e para todos que me disseram que eu não poderia, que eu não iria e que eu não deveria, sua resistência me fez mais forte, me fez insistir ainda mais, me fez a lutadora que sou hoje. Me fez a mulher que sou hoje. Então, obrigada.”

TAKE A BOW!

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As costas do figurino da Madonna, escrito Euterpe, em grego, que quer dizer DEUSA DA MÚSICA.