Meu look: Outono – camisa listrada e jeans

Look descontraído para usar no outono e sair bem confortável no friozinho quando ainda tem aquele sol gostoso durante a tarde. Gosto de tons terrosos, principalmente agora que estou morena novamente, pois são básicos e fáceis de combinar – o contraste com o jeans não fica maravilhoso?. A camisa de seda listrada me lembra muito a Mary Poppins – não sei exatamente o motivo – principalmente com o laço na frente. Acho que deixou o look um pouco mais chiquetoso sem tirar a informalidade. Já a jaqueta perfecto de camurça é o estilo de peça que mais amo e gosto de investir, descobri que sou viciada em casacos e preciso de rehab para superar isso, mas como moro no sul, fica impossível fugir do melhor aliado que temos durante o ano praticamente inteiro. Bem como as botas. Essas de salto grosso são ótimas para usar toda hora e ainda nos protegem melhor da chuva. Ninguém merece meias ou barras de calça molhadas, né?

Ah, e o cabelo preso com coque bagunçadinho também ajuda a manter a casualidade do look. Dessa maneira também não “briga” visualmente com todos os detalhes do pescoço. O batom é o Dolce K da Kylie Cosmetics – é a única marca que consigo usar agora que descobri que sou celíaca, pois não contém glúten na composição (algo MUITO raro na área de cosméticos e maquiagens, infelizmente). Em breve farei um post sobre esse assunto.

Jaqueta: Cativa | Camisa: Renner | Jeans: River Island | Bota: Asos

COMPRE SIMILARES:

Anúncios

Casa dos sonhos da Barbie – Inspiração 80’s

Já imaginou como seria ter “um dia de Barbie” e fazer as mesmas coisas que as nossas bonecas costumavam fazer? A produtora Kimberly Gordon já! Ela, juntamente com o time da Wildfox e o fotógrafo Mark Hunter criaram toda essa atmosfera estética com inspiração na Barbie dos anos 80, mais precisamente em 1989. Podemos acompanhar o dia dela em sua casa dos sonhos, do despertar até o final da festa (pois o dia dela era assim, sempre especial).

Eu amo lookbooks temáticos e já quero usá-lo para me inspirar nos próximos photoshoots!

Compre Wildfox clicando aqui!

 

Não deixe o medo te convencer de desistir do que ama!

Para todos aqueles que acreditam que não podem, que não são bons o bastante ou que não deveriam tentar:

NÃO OUSE DEIXAR O MEDO TE CONVENCER DE DESISTIR DO QUE VOCÊ AMA!

A vida não é sobre ser o melhor. A vida é sobre te ensinar o significado de amar e não deixar que todas as vozes do medo falem mais alto.

E acredite quando eu digo, se você mostrar seu próprio coração e fazer/ser o que você sempre soube que você ama, não só o seu mundo mudará, mas nosso mundo mudará. Porque quando vivemos em um lugar em que as pessoas não são governadas pelo medo, mas sim pelo amor dentro de nós, o mundo que nos rodeia refletirá esse amor. O amor realmente é tudo o que precisamos.

Henry Miller tornou-se mundialmente famoso por escrever “livros sujos”. Livros que viraram clássicos da literatura e ainda assim foram banidos por seu conteúdo sexual. Então o escritor foi para Hollywood ganhar dinheiro como roteirista, mas em vez disso, se viu escrevendo apenas porcarias que ele odiava. Foi quando começou a pintar. Lentamente ele pintou toda a sua jornada. No final de sua vida, ele estava pintando todos os dias, vivendo em Big Sur e fazendo a arte que sua alma sempre quis fazer. Ele tinha feito de tudo, mas se descobriu criando sua própria filosofia: “Pinte o que você gosta e morra feliz”.

Foi exatamente isso que ele fez!

Nesta tela que chamamos de vida, todos devemos aprender a pintar o que amamos, como amamos, a viver como amamos, amar como amamos. Para não deixar o medo trilhar nosso caminho. Sem a expectativa de qualquer resultado definitivo além daquele para o qual sempre desejamos: mostrar nossos próprios corações e sentir, finalmente, que estamos em casa no amor.

Eventualmente, é claro, todos encontramos o amor. Então, por que não agora? Por que não tentar? Você não irá gostar… Você irá amar!

Confie em mim. Eu sei.

PARE DE DEIXAR O MEDO TE DIZER O QUE NÃO PODE FAZER E SIGA O SEU CORAÇÃO PARA AMAR!

(texto traduzido da Victoria Price)

Solange Knowles fala sobre estilo x moda

Se tem alguém que o estilo é completamente diferente, original e próprio, essa é Solange Knowlesirmã mais nova da Beyoncé. Ano passado ela lançou seu álbum “A Seat at the Table“, um projeto passional que demorou 8 anos para ficar pronto. Mas a espera valeu a pena e desde então, a cantora e compositora vem colhendo os frutos do seu trabalho, incluindo um Grammy nessa trajetória.

Durante o festival Coachella, conversou com a jornalista Kimberly Drew sobre seu processo criativo como artista e como o seu estilo pessoal afeta todos seus projetos.

“É a maneira que nos comunicamos com as pessoas antes mesmo de abrirmos nossas bocas e falarmos uma palavra”, disse sobre estilo. “E quero dizer isso sobre nossas roupas, sobre o jeito que decoramos as nossas casas, sobre a maneira que conversamos, caminhamos e expressamos nós mesmos”.

Desde que começou a trabalhar no seu álbum, ela admitiu que seu estilo evoluiu em uma fase mais minimalista, lembrando New Orleans, que foi onde ela passou a maior parte do tempo de criação e teve uma grande influência. “Lá as pessoas são 100% diferentonas. Quando se apaixonam por veludo, por exemplo, começam a usar aquilo dos pés à cabeça, todos os dias, mesmo que esteja fazendo 100 graus! Não importa o tipo de estilo, eles se jogam naquilo em todas as facetas e isso me deu tipo uma coragem para me expressar também.”

Sobre a diferença entre Moda e Estilo

“Eu costumava ter interesse em moda há anos e cada vez mais eu fui sendo atraída por esse mundo. Isso acabou me motivando ainda mais a escrever esse álbum. Mas eu senti que talvez estivesse focando minhas intenções na moda e não muito em estilo. E uma vez que percebi isso, decidi que deveria mudar e fazer as coisas por mim. Meu estilo evoluiu e mudou muito nos últimos 10 anos e acho que essa é uma das coisas mais divertidas em ser mulher, poder experimentar, curtir, ser leve e expressar quem você é através disso tudo.

Há uma diferença enorme entre moda e estilo! Uma vez eu tive um stylist que não podia acreditar que eu queria usar essas marcas que eu encontrava no Instagram ou coisas aleatórias, enquanto a Dior e todas as marcas importantes falavam: ‘Nós vamos te vestir! Nós criamos algo para você!’ Isso era uma grande honra e super lisonjeiro, mas tem um tempo e lugar certo para cada coisa. Me sinto muito mais feliz depois que cheguei em um estágio que penso: ‘São apenas roupas!’.”

Sobre seus ícones de estilo e sua fase pré-adolescente gótica

“Meus ícones musicais e de estilo são bem parecidos: Kate Bush, Bjork, Erykah Badu, Lauryn Hill. Kelis foi uma grande influência para mim enquanto eu crescia ‘estilisticamente’. Minha mãe, honestamente. Ela é o que eu penso quando imagino um clássico. Você pode olhar para qualquer foto dela dos anos 80 e ficar tipo: ‘Deusdocéu, Mãe! Pisa menos na gente!‘ Acho que escolhi meus ícones de estilo ainda quando era bem novinha. Eu estava olhando umas fotos minhas,  publiquei uma delas no Instagram de quando eu tinha 12 anos e estava toda de preto (até o batom) e com botas de cowboy. Tinha muita coisa acontecendo ali. Aliás, uma das meninas da minha banda, Franchelle Lucas, foi minha colega no primeiro ano do ensino médio e decidimos ser góticas por tipo um mês. Uma professora chamou ela para conversar e disse: ‘Garotas negras não devem usar todas essas merdas pretas. Você precisa desistir de usar essas coisas!’ E, é claro, isso fez com que a gente fosse ainda mais fundo! Mas criou esse molde onde, ainda bem nova, eu falava: ‘Eu sou meu ícone de estilo!’, e eu parecia uma bagunça na maior parte do tempo e não funcionou como o planejado.”

SOBRE A ABORDAGEM DE ESTILO NAS SUAS APRESENTAÇÕES

“Desde que este disco saiu, foi muito importante que eu realmente me comunicasse através de todas as facetas da imagem e arte que estão associados a ele. Como eu tenho focado em uma maneira mais clara e direta, isso evoluiu para o estilo das minhas apresentações também, que ficaram muito mais atenuadas, minimalistas e diretas, me comunicando através da moda e estilo. Recentemente, me apresentei usando apenas uma blusa de gola alta e uma calça simples plissada. Pesquisei muito sobre figurinistas de dança moderna – Trisha Brown, Martha Graham, Bill T. Jones – e fiquei muito inspirada para escolher cores fortes e deixar as silhuetas serem as melhores possíveis para os movimentos e como o seu corpo parece enquanto faz esses movimentos. Tem sido realmente interessante, porque no passado, era sobre criar o momento mais único, expressivo e avant-garde no palco. Agora que incorporei muita dança no meu show, essas silhuetas não dançam tão bem. Na verdade, tenho admirado uma paleta de cores mais limitada na hora de fazer minhas escolhas.”

 

Sobre O “ESTILO DE FESTIVAL” e como fazer o oposto

“Eu tenho usado o mesmo estilo há, no mínimo, três Coachellas, então eu honestamente fico um pouco confusa com o termo ‘estilo de festival‘ porque acho que você deve estar confortável, se sentir autêntico sobre quem você é e estar em um espaço em que pode ser capaz de aproveitar a música da melhor maneira possível. Se você precisa focar demais suas intenções em estilo, então acho que você meio que se perdeu nessa história e não vai aproveitar o que realmente importa nessa experiência. Então eu diria: use o que te faz sentir 100% você mesmo e leve isso para o festival também.

SOBRE SUA PEÇA FAVORITA que virou uniforme

“Nos últimos anos, eu fiquei muito tempo enfiada dentro de estúdios. Sério, por quase 4 anos, ir para o estúdio de gravação, se vestir para o trabalho e criar foi certamente diferente de morar em Nova York e sair pelo mundo todos os dias tendo certeza de que vocês estava impecável. Acho que houve um senso de conforto que veio com isso e se incorporou no meu estilo. Eu tenho um uniforme agora. Quando viajo e estou na estrada fazendo turnês, levo comigo 3 modelos de macacões em 2 cores diferentes cada (6 ao total) feitos por um designer chamado Black Crane. Eu uso eles todo o tempo! E estou na estrada diariamente. Sei que as pessoas pensam que eu não lavo minhas roupas somente porque eu reuso e reciclo elas sempre, mas não me preocupo.

*Matéria traduzida da original