Documentário sobre Edgar Allan Poe estreia no Halloween

Nesse Halloween teremos um documentário sobre o ícone da literatura Edgar Allan Poe, que combinará cenas de dramatização de sua vida com a leitura de seus contos góticos. Como se sabe, Poe morreu em 1849 sob circunstâncias misteriosas e as causas da morte continuam desconhecidas até hoje. Mas o foco não será sobre isso, e sim no motivo dele permanecer um escritor tão célebre e popular na história da literatura ocidental durante todos esses séculos – e também um dos mais incompreendidos.

De acordo com a sinopse oficial, o documentário “explorará as falsas interpretações acerca de Poe e revelará como ele abordou o que significa ‘ser humano’ em um mundo moderno e às vezes assustador”.

O diretor por trás desse projeto é o Eric Strange, que já trabalhou no departamento artístico de vários grandes filmes, como Batman, Stardust, Troia, O Lobisomem e outros tantos igualmente espetaculares, então podemos esperar algo de muito bom gosto nesse novo trabalho.

Contaremos também com a interpretação do ator Denis O’Hare (ganhador de um prêmio Tony e indicado ao Emmy), que encarnará toda a escuridão do escritor. A narração fica por conta da atriz Kathleen Turner, e algumas leituras são feitas por Chris Sarandon (o Jack Esqueleto, de O Estranho Mundo de Jack)Ben Schnetzer.

O documentário, que se chamará Edgar Allan Poe: Buried Alive, estreará no dia 30 de Outubro no canal PBS americano e estará disponível para stream e download no site oficial já no dia 31.

Já estou ansiosa por esse Halloween!

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Top 5 – Melhores Séries do Ano (2016)

Dirk Gently’s Holistic Detective Agency

Essa é a melhor série do ano! Já tinha ouvido falar sobre o seriado inglês de mesmo nome, mas confesso que não tinha despertado o meu interesse. Aí a Netflix anunciou uma versão americana com o Elijah Wood (o Frodo) e eu fiquei super ansiosa pela estreia. É difícil explicar o enredo sem dar spoiler, pois a gente só entende ele de verdade no final, já que é um suspense muito bem elaborado e cheio de “labirintos” psicológicos. Inspirada no livro homônimo do Douglas Adams (o mesmo de ” O Guia do Mochileiro das Galáxias”), ela traz um detetive holístico que resolve casos ao acaso, sem seguir pistas precisas e confiando apenas no destino e onde o universo o levar. Nessa história, ele começa a investigar um caso onde pessoas são mortas na suíte de cobertura de um hotel e parecem ter sido devoradas por um tubarão (que obviamente não teria como chegar até ali). Para quem ama ficção científica, suspense e comédia, com certeza vai gostar. O escritor original criou o livro enquanto escrevia alguns episódios de Doctor Who, então é possível encontrar uma leve semelhança nos personagens e estilo. Também achei que mistura um pouco de Buffy com Sherlock Holmes e Gravity Falls, ou seja: é muito boa!

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Stranger Things

Tá, eu sei… todo mundo já cansou de ouvir falar que essa série é incrível, então não me estenderei muito para não soar clichê. Como eu amo clássicos do cinema, essa série com certeza ganhou o meu coração esse ano. Só espero que a próxima temporada continue tão brilhante quanto essa.

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Gilmore Girls

Esse foi o ano de rever todas as temporadas e ainda se deliciar com uma novinha em folha, tão linda quanto as outras antigas. Quando eu era mais nova, acompanhava fielmente os episódios na televisão, me via muito na Rory (pois é, shocking!), pois eu tb era uma pessoa que pensava apenas nos estudos e era toda certinha (como as coisas mudam! hahahaha). Então, ao assistir novamente a série, vi ela com olhos mais maduros e me senti bem mais Lorelai (aliás, melhor personagem!). Gostei muito dos 2 desfechos da série, o anterior e esse atual, mas não posso dar mais detalhes dos motivos para não ter spoilers por aqui.

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Full House

Aproveitando o embalo de rever as séries, parti para Full House! Fazia tempo que eu queria assistir novamente direto do comecinho sem parar e esse ano eu consegui. O legal é que tivemos mais 2 temporadas novas esse ano, onde o foco não é mais o Tio Jessemuitos episódios da série original ficavam chatos de tanto que ele “roubava” o script, né? – e sim as meninas, que agora estão crescidas e mais engraçadas do que nunca – só faltou a Michelle. A minha personagem favorita sempre foi a Stephanie, pois ela era a mais “real” e se comportava como uma irmã mesmo, sempre aprontando e errando, ao contrário da DJ, que era sempre perfeitinha. Nessa nova temporada, acho uma fofura o Max e não posso deixar de mencionar a excelentíssima Kimmy Gibbler. A segunda parte de Fuller House ficou bem melhor do que a primeira, parece que os produtores capricharam mais no roteiro e a história ganhou mais fluidez até na parte cômica, que lembrou uma mistura de “Friends” com “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira“.

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That ’70s Show

Uma das minhas séries favoritas nos anos 2000 finalmente chegou ao Netflix no começo de março e eu tive que fazer um revival – como podem perceber, o meu ano foi super nostálgico. É uma comédia bem adolescente, mas não menos interessante por isso. Impossível não rir do Red, Kelso, Jackie, Laurie e Kitty! Na real, todos os personagens são sensacionais, com exceção do Eric, que servia apenas de âncora dramática para a série – e olha que ele era o principal! – e ainda estragou algumas temporadas. Tirando isso, foi ótimo me jogar nessa vibe 70’s que jamais vivi mas já considero pacas! ♥

Qual a sua série favorita em 2016?