Dia da Mulher é dia de luta!

A foto é velha mas a luta não perece!
Sim, luta.
Hoje não é um dia de comemorar. É hora de refletirmos tudo aquilo que aflige as mulheres no cotidiano em nossa sociedade. Ainda somos tratadas com desigualdade em todos os âmbitos. Ser consciente disso não nos faz escolher o papel de vítima inocente, bem pelo contrário, mostra que estamos preparadas para não aceitar nada menos do que o justo e combatermos quem ouse não nos permitir.
Não queremos as suas flores ou os seus parabéns.
Queremos respeito.
Respeitar é ouvir o que temos para falar, independente da roupa que estamos usando ou da nossa aparência. É entender nossas lamúrias e nosso cansaço generalizado. É não nos exaurir.
Ao ver alguma mulher reclamando de homem, não vá até ela dizer que “nem todos são assim” ou que você é especial e merece uma medalha por fazer apenas o básico. Mire sua energia para repreender todos os outros homens ao seu redor que continuam fazendo com que as mulheres tenham esse tipo de percepção. Seja contra aqueles que continuam nos oprimindo e cerceiam a nossa liberdade. Não seja aquele que permite continuarmos fustigadas pelas mesmas mazelas que parecem não mudar desde tempos primórdios.
No período tenebroso de agora, onde perdemos 7 anos de direitos e muito mais coisas sombrias nos aguardam nas questões políticas, precisamos estar atentas e vigilantes para não retrocedermos ainda mais. No ano em que a violência contra a mulher é banalizada e se expande drasticamente, nós precisamos mais do que nunca do alento de sermos escutadas. No ano em que o machismo se fortalece através de falsos pudores e alienações mentais de quem cultua messias ilegítimos e dogmas de ódio, precisamos resistir com força e altivez.
Estamos exaustas de tentar fazê-los entender o essencial. Não somos seus objetos, não somos suas. Queremos apenas dignidade e consideração. É possível?
Pergunta retórica, pois também não precisamos da sua permissão. Vamos continuar trazendo o fragor que estremece as estruturas arcaicas, quer queira ou não.
Vamos rasgar o véu da candura que nos foi colocado à força antes que ele nos sufoque e nos silencie ainda mais.
Viva o dia das FEMINISTAS!
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Adaptive – a linha de roupas para deficientes físicos da Tommy Hilfiger

A Tommy Hilfiger revelou esta semana sua nova linha de roupas Adaptive, que tem como objetivo tornar a hora de se vestir uma tarefa mais fácil para pessoas com deficiências.

Em 2016, a Tommy Hilfiger fez uma parceria com a Runway of Dreams, uma organização sem fins lucrativos focada em “promover a comunidade com capacidades diferentes na indústria da moda”, e juntos criaram sua primeira linha de roupas adaptáveis. Desde então, a empresa tem trabalhado arduamente em seus projetos para tornar sua roupa mais inclusiva possível.

A nova campanha publicitária mostra grandes nomes na comunidade de deficientes, como o medalhista de ouro paralímpico Jeremy Campbell, a dançarina Chelsie Hill, a blogueira e palestrante motivacional Mama Cax e o chef Jeremiah Josey.

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A linha de roupas apresenta soluções de design inclusivas, como botões magnéticos nas camisas e até nas barras das calças, facilitando o uso com próteses.

Há também fechos de velcro, que substituem zíperes e botões tradicionais.

A coleção inclui até golas fáceis de abrir, projetadas para fazer com que as roupas deslizem e saiam de uma maneira bem menos complicada.

De acordo com um comunicado de imprensa, a missão da linha adaptável Tommy Hilfiger é:

” ser inclusiva e capacitar pessoas de todas as habilidades para se expressarem através da moda”.

A coleção é linda e espero que em breve outras marcas sigam o exemplo, lançando suas próprias linhas de vestuário inclusivo. Principalmente as fasts fashions, né?

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