Megan Thee Stallion se vinga dos machos escrotos em Thot Shit

Se eu já era fã da Meghan The Stallion, depois de “Thot Shit” eu virei devota total! Além da música poderosa, o vídeo tem uma produção cinematográfica inspirada em alguns filmes que ela ama – tem uma cena do Freddy Krueger que é perfeita! O enredo é aquele que toda mulher livre gostaria de fazer com os homens que as ofendem comentando coisas depreciativas na internet, repudiando a sexualidade feminina enquanto, nos bastidores, se deleitam da imagem delas para a própria satisfação.

“Caras fracassados me odiando de dentro do armário”

“V*dia burra progressista, sua boca deveria ser lavada com água benta.”

No vídeo, Megan e as “hotties” perseguem um político conservador que publicamente repudia mulheres que assumem sua sexualidade. Onde ele vai, elas estarão lá esfregando suas belas rabas na cara dele, inclusive nos sonhos (aí entra a cena inspirada no Freddy Krueger). Elas o humilham e o deixam nu com sua verdade constrangedora, mostrando que a sexualidade delas não sai de sua boca (literalmente).

Eu me senti vingada através da Megan, mesmo que seja em poucos minutos de ficção.

Segundo ela, o novo single “celebra as mulheres assumidamente curtindo elas mesmas, fazendo o que querem, quando querem, independentemente do que os críticos tenham a dizer.”

Obrigada pela representatividade das Hot Girls, Tina Snow!

20 anos de carreira da Britney Spears

20 anos de carreira do ícone!

Passei 2/3 da minha vida idolatrando a Britney Spears e lembro até hoje de quando assisti o vídeo de Baby One More Time pela primeira vez com 10 anos de idade. Ela era um mix de várias coisas que eu amava na época: a Barbie, a Buffy (o uniforme vermelho e amarelo que aparece no clipe era igual ao usado em Sunnydale High) e a minha Spice Girl favorita, Mel C, porque ela dava chutes no ar. Sem contar que era uma exímia dançarina. Ou seja, para mim a fórmula perfeita.

Ouvir Britney Spears era o meu ato de rebeldia.

Como eu cresci em uma casa onde Metal era música de ninar, ouvir Britney Spears era o meu ato de rebeldia. Sempre gostei das mulheres fortes representando os meus sonhos, seja na música, livros, televisão ou filmes. Não eram muitas em carreira solo musical antes dela. Tínhamos a Madonna, Janet Jackson, Whitney, Mariah, Aaliyah, mas a mudança no pop só veio depois da Britney, que abriu o caminho para as adolescentes, trazendo à tona os nossos dilemas sem julgamentos. Até hoje os artistas novos continuam se inspirando nela.

A Britney, por mais que seja lembrada como um “produto fabricado” – argumento pífio de quem não entende nada do que passa no coração de uma adolescente – me representava completamente. Cresci com ela e a sua música me acompanhou durante todas as etapas da vida, do topo até a queda e da queda até o renascimento, como uma fênix. Ainda me vejo em muitos aspectos dela e sua música continua falando por mim. Ela é uma pessoa humilde, pé no chão, real, nunca fala mal de ninguém, sempre trata bem as pessoas ao redor e tenta superar seus próprios defeitos diariamente. Apesar de ter sido sempre criticada, nunca perdeu a doçura de sua alma e continua emanando seu brilho pelas multidões mundo afora (e são muitas, vale constar). Tenho muito orgulho de ser fã de uma pessoa e artista assim. Sou B-Army raiz!

Eu já devo ter escutado BOMT no mínimo 1 milhão de vezes durante estas 2 décadas e cada tã-nã-nãn do começo me arrepia como se fosse a primeira vez que estivesse escutando. Eu fazia as minhas amigas e familiares assistirem meus shows performáticos de dança e playback na sala de casa ou onde quer que tocasse Britney Spears. (Desculpa, migas! 😅) Vocês não devem ter ideia de quantas vezes dancei essa música, I’m a Slave 4u, Overprotected e Oops I Did It Again na vida! Spoiler: mais do que um humano normal! 🙈