Retrospectiva 2017 – Posts mais acessados

Retrospectiva 2017 – Posts mais acessados

Mais um ano se passou e muita coisa rolou. Sou muito grata pelo imenso apoio que sempre recebi dos leitores aqui do blog, pelas amizades que surgem e fortalecem, pelos aprendizados proporcionados e, principalmente, pela reciprocidade de amor que envolve internet, escrita, moda, filmes e etc que ocorre por aqui. Obrigada por acompanharem o Got Sin?. Espero que todos tenham um excelente novo ano e comemorem com muita festa o final de 2017.

Para não perder a tradição, selecionei os 15 posts mais acessados de 2017: Continue lendo “Retrospectiva 2017 – Posts mais acessados”

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Meu look: Outono – camisa listrada e jeans

Look descontraído para usar no outono e sair bem confortável no friozinho quando ainda tem aquele sol gostoso durante a tarde. Gosto de tons terrosos, principalmente agora que estou morena novamente, pois são básicos e fáceis de combinar – o contraste com o jeans não fica maravilhoso?. A camisa de seda listrada me lembra muito a Mary Poppins – não sei exatamente o motivo – principalmente com o laço na frente. Acho que deixou o look um pouco mais chiquetoso sem tirar a informalidade. Já a jaqueta perfecto de camurça é o estilo de peça que mais amo e gosto de investir, descobri que sou viciada em casacos e preciso de rehab para superar isso, mas como moro no sul, fica impossível fugir do melhor aliado que temos durante o ano praticamente inteiro. Bem como as botas. Essas de salto grosso são ótimas para usar toda hora e ainda nos protegem melhor da chuva. Ninguém merece meias ou barras de calça molhadas, né?

Ah, e o cabelo preso com coque bagunçadinho também ajuda a manter a casualidade do look. Dessa maneira também não “briga” visualmente com todos os detalhes do pescoço. O batom é o Dolce K da Kylie Cosmetics – é a única marca que consigo usar agora que descobri que sou celíaca, pois não contém glúten na composição (algo MUITO raro na área de cosméticos e maquiagens, infelizmente). Em breve farei um post sobre esse assunto.

Jaqueta: Cativa | Camisa: Renner | Jeans: River Island | Bota: Asos

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The 80’s are back!

Depois de alguns anos com o minimalismo em voga, a moda resolveu atualizar e jogar com o movimento oposto, trazendo os anos 80 de volta! Para o pesadelo das instagrammers que seguem aquele estilo sereno de “feijão com arroz”, as cores e formas prometem chegar chegando nas próximas estações.

A tendência 80’s já aparece nas maiores capas de revista de moda, bem como nas passarelas dos mais renomados estilistas (tô louca pela bota Saint Laurent do inverno 2017!) e vêm ganhando força para desbancar o básico dos anos 90. Maquiagem nude? Esquece! As cores vibrantes aparecem nos lábios, bochechas e olhos… tudo junto e misturado. Os volumes vão das roupas até os cabelos!

Já quero ver como as ruas irão moldar e atenuar/encarar tudo isso para o cotidiano.
Será que rola esse comeback assim como foi o grunge 90’s?

Um salve para o BREGA!

Pintei meu cabelo de roxo! – Dip Dye

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Em toda a minha vida, nunca imaginei que algum dia eu iria pintar o cabelo com um cor fantasia. Mas cá estou, mordendo a língua e amando essa mudança radical!

Uma vez, cabelo colorido era algo mais fechado para o grupinho dos “alternativos” – emos, roqueiras teens, infantiloides e etc – pois isso não me apetecia tanto essa ideia de estragar as luzes do meu cabelo. Mas hoje acho que esse preconceito ficou para trás, já consigo enxergar esse tipo de tinta como apenas mais uma cor dentre tantas, não importa que seja azul ou castanho. É tipo como os esmaltes, que possuem tantas cores lindas disponíveis e que podem ser utilizados conforme o nosso humor. Sem contar que te liberta daquele padrão de beleza onde todas as mulheres são condicionadas. O meu único arrependimento é de não ter pintado antes o cabelo inteirinho!

Aproveitei que ainda tinha um restinho de luzes no meu cabelo – não faço descoloração desde 2014! – para me arriscar com uma cor bem diferente e divertida. Escolhi o roxo ou violeta, pois como é escuro, ficaria mais discreto com o restante dos meus cabelos naturais, que também são escuros. Na foto parece bem mais chamativa do que é na real, porque ao vivo percebe-se apenas um reflexo violeta nas pontas (lindo!) e todo mundo elogiou, até a minha mãe, que (assim como eu antigamente) era totalmente contra essas “extravagâncias” capilares. Como também pretendo cortar essa parte descolorida em breve, se desse errado eu nem iria me preocupar muito também.

Processed with VSCO

Depois de muito tempo pesquisando sobre tintas, escolhi a Keraton Hard Fix da Kert, na cor Miss Violet. Foi a única marca que respondeu prontamente ao email e me assegurou que o produto não contém glúten, portanto é seguro para celíacos usarem também. 💜 (composição completa aqui)

Como sou super leiga nessas coisas de beleza e nunca havia pintado o cabelo por conta própria antes, me atrapalhei um pouco na hora do preparo. Desperdicei praticamente o conteúdo inteiro das embalagens, pois misturei tudo (como manda na caixinha) mas usei apenas um pouquinho, já que colori apenas as pontas. Dava para usar tranquilamente outras tantas vezes, mas tive que jogar fora o que sobrou por conta desse meu equívoco (depois de misturado não pode guardar por muito tempo). Por isso deixo avisado aqui para que vocês não cometam esse mesmo errinho se forem fazer apenas dip dye ou mechas – utilizem sempre a proporção de 2 partes de emulsão reveladora para 1 de tonalizante. A tinta não é cara, mas como não encontrei essa cor nas lojas da minha cidade, tive que comprar pela internet e o frete foi super demorado.

Ah, e ela não funciona em cabelos escuros! Para a cor pegar mesmo, tem que estar descolorido antes ou ser beeeeeeem loiro naturalmente. O meu castanho escuro não sofreu alteração nenhuma, a tinta pegou bem apenas na parte onde eu tinha luzes.

Ainda não sei como é a fixação dessa tintura, pois pintei há menos de 3 dias. Dizem que ela sai bastante conforme vai lavando no banho, mas até agora continua intacta. Vamos ver como será no decorrer do tempo. Depois eu atualizo o post para contar para vocês sobre esse tópico.

ATUALIZAÇÃO

A cor no meu cabelo durou apenas 10 dias! Depois saiu por completo.
A fixação não é boa, infelizmente. 😒

Meu look: Femme Fatale

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Usei esse look para comemorar o meu aniversário e é de longe um dos meus favoritos, tanto pelas cores quanto pela temática. Minha inspiração foram as femme fatales dos filmes noirsempre! -, principalmente a Veronica Lake. Tentei fazer o cabelo naquele estilo peek-a-boo que ela tanto usava – copiei desse tutorial.

Já para a roupa, escolhi o branco, que é a cor que mais se destacava nos filmes da época, além de evidenciar ainda mais o corpo feminino. A blusa fui eu que fiz – copiei dessa minha preta aqui. A saia é meu xodó, com tule bordado com paetês e canutilhos prateados no estilo art déco. ♥

Sobre o sapato branco, tenho certeza que muita gente tem preconceito, pois ainda seguem dogmas ultrapassados da época em que a Gloria Kalil e suas listas ditatoriais de “certo e errado” era relevante no mundo da moda – na era pós-Xuxa, para ser mais exata. Então superem isso, pois sapato branco é tão gracioso quanto qualquer outra cor. Também não é ‘coisa de noiva’, como costumo escutar por aí! Inclusive, é uma das minhas cores favoritas e sempre usei sem medo.

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blusa: Sylvia Santini | saia: John John | sapato: Dafiti

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O Girl Power da Dior com a Maria Grazia Chiuri

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Pela primeira vez na história da Dior, depois de 69 anos, uma mulher assumiu o cargo de diretora criativa da maison. Maria Grazia Chiuri saiu da Valentino para trazer leveza e salvar a marca francesa do caos estético que Raf Simons deixou. O anúncio oficial veio ainda em julho, mas o desfile aconteceu apenas hoje, no dia 30 de setembro.

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O mais irônico é que a Dior teve função histórica na criação do estilo lady like, trazendo um shape com a cintura de vespa bem marcada e saias godê para o ápice dos anos 50, o perpetuando até hoje, mas os desenhos das peças sempre foram conduzidos por estilistas homens. Analisando a coleção de estreia da Maria, podemos perceber que ela trouxe fluidez e feminilidade para a marca novamente, que estava em falta por conta do minimalismo mal elaborado do Raf Simons – já falei por aqui o quanto eu estava descontente depois que ele assumiu o cargo em 2012. Apesar dele ter trazido uma modernidade e tentado conversar com um público mais jovem, quem acertou de verdade foi a Chiuri.

A coleção de estreia foi marcada pelo girl power em todos os sentidos, mostrando que as mulheres conseguem alcançar tudo aquilo que desejam – inclusive ser a líder criativa de uma das mais conceituadas grifes do mundo! Percebe-se a tentativa de traduzir os desfiles conceituais e a elegância da mulher Dior para transformá-las em “meninas Dior“!

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Esqueça aqueles shapes antigos e ultrapassados, essa coleção foi feita para agradar o pessoal da internet mesmo, bem ready-to-wear. Notamos a influência que o Instagram, Tumblr, Snapchat e blogueiras tiveram na moda, não apenas no sentido estético, mas também nos assuntos que são relevantes e que conseguem conversar com a moda.

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O New Look de Christian Dior desafiava a modernidade e a forma rigorosa de se vestir, devolvendo à mulher as curvas e o refinamento que a guerra havia apagado, uma moda totalmente nova naquela época. Maria Grazia Chiuri confronta a tradição da Maison Dior e reposiciona a mulher no centro, passando por cima das expectativas e questionando as verdades impostas. Traz uma reflexão sobre as formas de uma silhueta contemporânea, ágil, olímpica, elitista com uma elegância esportiva, mas acessível, pois o uniforme é um elemento ao mesmo tempo único e serial. Através dele, o corpo expressa sua individualidade, já que cada um moldará a roupa que veste e não mais o contrário.

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feminismo, assunto tão atual e necessário de ser abordado, também apareceu com força na coleção. Inclusive há algumas camisetas básicas que com certeza vão virar hit no Instagram – e serão copiadas ad infinitum.

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De maneira um pouco mais discreta, vemos a evolução da mulher na sociedade:

“Procuro estar sempre atenta ao mundo e criar uma moda compatível com as mulheres de hoje. Uma moda que acompanhe suas transformações, que fuja das categorias estereotipadas ‘masculino/feminino’, ‘jovem/menos jovem’, ‘razão/sentimento’, apresentando inclusive aspectos complementares. A esgrima é uma disciplina na qual o equilíbrio entre o pensamento e a ação é essencial, assim como a harmonia entre o espírito e o coração. O uniforme feminino da esgrima é idêntico ao masculino, exceto pelas proteções especiais. O corpo feminino adapta-se a esta roupa que, por sua vez, parece ter sido trabalhada de acordo com suas formas.”, explica Maria Grazia Chiuri

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coração bordado sobre o peito, como nas primeiras roupas das esgrimistas, traduz melhor do que mil palavras a intensidade e a força das emoções vividas pelas mulheres de hoje.

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Os elementos desse uniforme, como as máscaras, os casacos e os cadarços, fazem parte das peças explosivas cujas linhas exaltam a clareza construtiva do projeto de Maria Grazia Chiuri, que incorpora a ruptura fundadora das origens – aquela realizada por Christian Dior – para atravessar livremente uma história extraordinária marcada por diversos talentos, apropriando-se (como na Postproduction de Nicolas Bourriaud) de cada peça útil para construir uma nova gramática, na qual o tempo sempre presente da moda transcorre sem nenhuma lógica.

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Fascinada pelo aspecto íntimo e artesanal da Maison, ela experimenta vários materiais em montagens inéditas. Através de formas descontextualizadas e colocadas em movimento, inventa um diálogo entre os símbolos: o espartilho que não oprime e expressa com leveza e ironia o desejo de se observar e de se dar prazer; a liberdade de deixar visível uma peça íntima técnica e gráfica que segue as curvas do busto.

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Os elásticos estampados com o nome da marca fazem uma referência clara ao universo urbano. O que foi uma moda bem comum no começo dos anos 2000 (Top da Brasil Sul! Quem nunca? rs) e também já apareceu bastante nas coleções recentes da Moschino, que tem um público mais jovem.

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Prevejo a Rihanna usando esse vestido em breve!

Um prêt-à-porter aberto às influências do streetwear, com seus materiais técnicos e uma dimensão mágica, sonhadora, supersticiosa, quase vidente, tão adorada pelo fundador da Maison – que adorava isso e sempre lia cartas de tarot antes dos seus desfiles – e expressa por Maria Grazia em sua famosa frase: “Aprenda a seguir seus sonhos”. Suntuosos bordados com os signos do zodíaco cobrem os tecidos, transformando-se em verdadeiras telas. Inúmeras figuras do tarô, sabiamente aplicadas em diferentes locais, sugerem possíveis interpretações do futuro.

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Minhas peças favoritas foram os vestidos e saias bem fluidos, os blazers e as capris. By the way, essa última tendência já pode ser colocada em prática no verão, né? Fica bem em todo mundo, é confortável e ainda não é tão quente para o comecinho e final da estação.

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Esse rosa é o meu vestido favorito!

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Os acessórios também têm cara de hit, principalmente os chokers e brincos. A minha bolsa favorita foi a preta, bem parecida com as da Moschino tb.

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O penteado é bem fácil de copiar: Os cabelos são presos em um coque bem apertado com o diferencial das tranças adornando a parte traseira da cabeça. Mais uma vez mostrando que a praticidade é fundamental para a mulher atual.

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Não estou surpresa, pois era exatamente o que eu esperava dessa designer, visto o que ela costumava apresentar nas últimas coleções da Valentino. É claro que ela não tem aquela força conceitual e artística do Galliano, mas deu um refresh necessário que a marca e as mulheres consumidoras almejavam. Eu daria uma nota 4 de 5. Ela fez o que o Raf Simons não foi capaz de fazer, portanto estou muito feliz de poder acompanhar novamente os próximos desfiles da Dior – que eram os meus favoritos das temporadas até 2012.

O que acharam desse desfile?

Créditos das fotos: The Impression

Britney Spears no iHeart Radio Music Festival 2016

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Ainda estou chocada com a apresentação da Britney Spears ontem no iHeart Radio Music Festival 2016. Foi um lacre divino e digno da old Godney que tanto amamos. Ela estava cheia de energia, muito sexy e se divertindo horrores durante todo o tempo. É tão bom ver ela assim, impecavelmente tão cheia de confiança e poder novamente. Foi a melhor apresentação dela desde a era Circus, lembrando bastante a era In The Zone também.

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O figurino estava espetacular e celebrou alguns de seus melhores momentos – como a roupa dessa apresentação na Korea e o cabelo pigtail de Baby One More Time – mas de uma forma repaginada e bem atual. Até que enfim uma apresentação sem maiô!

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A apresentação foi surpreendente para mim, pois esperava apenas um medley rapidinho com no máximo 5 minutinhos de presença de palco, mas tivemos 27 f*cking minutos!!! Deu tempo de cantar alguns dos seus maiores hitsWork Bitch, Womanizer, I’m a Slave 4u, Stronger, Toxic, You Drive Me Crazy – e ainda apresentar 2 músicas novas do álbum GloryMake Me e Do You Wanna Come Over?. O G-Eazy também apareceu para o encerramento.

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Dias de Glory! ♥