Presente de Valentine’s Day na Forever 21

Presente de Valentine’s Day na Forever 21

Fiz uma seleção de presentes baratinhos da Forever 21 para o Valentine’s Day que está chegando (é dia 14 de fevereiro!), com peças fofas e sexy para dar para si mesma, para as amigas ou para sua namorada. Os vestidos não passam de $20 e tem lingeries com preços começando em $7,90 no site! Provavelmente você encontre as mesmas peças ou similares nas lojas pelo Brasil tb, vale conferir. Continue lendo “Presente de Valentine’s Day na Forever 21”

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O que está acontecendo com a Balenciaga?

Como fiel espectadora de desfiles de moda, fico muito triste quando um designer novo chega e deturpa todo o legado de uma grife importante. Aconteceu isso com a Dior em 2012, quando o Raf Simons assumiu o cargo de diretor criativo e aniquilou o estilo “lady like”, que era a alma da marca. Agora estamos vendo a mesma coisa acontecer com a Balenciaga, graças ao Demna Gvasalia.

Tá certo que a Balenciaga não segue muito o estilo clássico já há alguns bons anos, mas a criatividade das peças sempre teve um conceito misturado com o ponto de vista focado no comercial. Tanto que o Nicolas Ghesquière, estilista responsável por essa renovada e popularização da marca, saiu de lá em 2012, após 15 anos de dedicação falando exatamente sobre como a direção o impedia de usar sua liberdade criativa:

“Durante os últimos dois ou três anos foi uma frustração atrás da outra. Foi essa falta de cultura que me incomodou no final. As peças mais fortes que fazíamos para a passarela eram ignoradas pelas pessoas dos negócios. Eles esqueciam que para termos aquela “biker jacket” super-vendável precisávamos começar por uma peça de passarela com uma técnica perfeita. Comecei a ficar infeliz quando percebi que não existia estima, interesse ou reconhecimento pela pesquisa que eu fazia; eles só se interessavam pelo que seria o resultado mercadológico. Tornei-me o Sr. Merchandiser”, diz.

Hoje, Ghesquière ocupa o cargo na Louis Vuitton e continua encantando com a sua criatividade altamente mercadológica e comercial. Em compensação, a Balenciaga viveu uma troca de estilistas meio infeliz. Primeiro contrataram o Alexander Wang, que é excelente, mas a parceria durou apenas 3 anos. Logo, a marca precisou substituí-lo com urgência, e é aí que perderam a mão ao contratarem o estilista alemão, Demna Gvasalia (do coletivo Vetements). Veias artistas bem distintas e conflitantes.

No ponto de vista comercial, ele até deu umas bolas dentro e conseguiu lançar moda de certas peças que vemos sendo copiadas ad. infinitum por aí. É o caso das correntes gigantescas nos óculos – $495 – e das botas otk ‘Knife’ super exageradas que caíram no gosto das fashionistas.

Aliás, essa bota de R$8.500 segue o mesmo padrão daquela que eu fiz para minha fantasia de Halloween no ano passado. Se quiserem, ensino como fazer igual gastando apenas uns R$30 de material! Lancei tendência com a minha versão prata, até a Balenciaga me copiou agora na coleção de verão 2018 (risos):

No meu ver, isso foi mera sorte do estilista por conseguir se aproveitar do status que a marca proporciona por si só. Ou vocês acham que essa bota e essa corrente teria recebido alguma notoriedade se fossem lançadas por algum estilista não muito famoso? Ou então se custassem $5 inicialmente? Pois é. Essa história de “desejar o inalcançável” todo mundo já está careca de saber que acontece desde sempre, né.

Mas o pior é exatamente isso. Parece que o estilista pirou ao saber que poderia lançar qualquer coisa horrorosa com uma etiqueta que todo mundo desejaria enlouquecidamente. Foi o caso de copiar a bolsa de compras da Ikea (rede de loja de móveis baratos) que custa apenas $0,99 (você leu certo, MENOS DE 1 DÓLAR!) e fazer uma idêntica da Balenciaga custando $2.145!

A internet ficou chocada com essa história e logo a viralizou como PIADA.

Isso pq poucos conhecem as SACOLAS DE FEIRA do Brasil e da América Latina, que também foram utilizadas como inspiração pela marca, que vendeu modelos idênticos por $1300!

Você quer ser sacoleira de luxo?

Já que o assunto é sacolas. Que tal uma shopping bag pela bagatela de $1100?
Ela esgotou em pouco tempo, acreditem!

Mas não fique triste, pois tem a nova versão da shopping bag em preto por $1135!

Não contente com esses vexames, Gvasalia criou outra peça para virar chacota. Em parceria com a Crocs lançou o sapato “Foam”, uma plataforma de 10cm e vários pins coloridos. Tem rosa millennial e amarelo banana:

Tenho um pressentimento que ele curte a filosofia dos brasileiros: “Falem bem ou falem mal, mas falem de mim”. Tanto que já admitiu que não explica suas ironias e entende o motivo do público ficar brabo com suas criações. Essas controvérsias vêm desde os tempos da Vetements, quando ele lançou uma camiseta da DHL com valores absurdos – €245 – que se esgotou em pouco tempo. Demna assumiu que jamais compraria algo da própria marca por causa dos preços superfaturados. Ou seja, chamou os consumidores de trouxa! #nasuacara

Você pagaria R$900 por uma camiseta dos Correios? 😂

Eu, que geralmente tenho uma grande tolerância ao que é arte na moda e peças conceituais abstratas no mundo da Alta-Costura, não consigo engolir o trabalho dele. Vejam bem, não estamos falando de uma grife como a Moschino e nem das criações loucas do Jeremy Scott, mas sim de uma assinatura da Balenciaga, famosa pela forma clássica de puxar alguns limites de uma forma não infantil ou jocosa como essa.

Tem até um  “marabu” ou “boá“, tipo aquelas pluminhas que faziam parte da decoração do nosso quarto lá no início do milênio. Só que o cachecol da Balenciaga custa R$1920 e é feito do mesmo material – penas de peru – do que aquelas de R$5 que encontramos nas lojas de artigos de festas.

Tudo bem quando tem um conceito legal por trás da peça que te faz pensar. Mas isso?! Isso só me faz pensar que os caras tão loucos pela geração “Tumblr do Instagram“. Só que, por motivos óbvios, esse público também não têm poder aquisitivo para torrar nessa atrocidade. Então, qual o objetivo?

Vocês conseguem imaginar alguma blogueira de respeito usando isso? Eu sinto vergonha alheia por antecipação de quem receber esse sapato de “mimo” em troca de divulgação. (Porque obviamente eles irão apelar muito para tentar desovar esse encalhamento!)

Não me venham com a desculpa da moda de “ugly shoes” pq isso não me desce! Nem que isso é para chamar atenção para o desfile. Isso é lamentável, triste e deprimente. A única desculpa plausível seria uma crítica ao consumo, só que nesse caso a piada seria o próprio consumidor.

P.S.: Nem entrei no mérito de falar sobre os maus tratos cometidos pela marca com as modelos! Isso é tão absurdo e revoltante que eu prefiro que vocês leiam em outro site.

Meu look: Sapato com Pompom e Burgundy no Verão

Esse look é do verão passado, mas eu não havia publicado ainda. Apesar do minimalismo, as formas diferentes e a textura tornam as peças mais interessantes. A blusa, por exemplo, foi eu que fiz! Os tecidos seguem aquele padrão que eu tanto amo: “abraçam o corpo” com conforto. Já nos pés, a sandália com pelúcia adiciona um pouquinho de glamour. As cores escuras, apesar de serem consideradas invernais, caem muito bem com a pele mais bronzeada (mesmo a minha estando longe disso, rs).

Blusa: Sylvia Santini | Saia: Topshop | Sandália: Lança Perfume | Óculos: Michael Kors |
Bolsa: Chanel | Acessórios: Miss A

 

Pretty in Pink com a Shopbop

Vocês já conhecem a Shopbop? É uma loja online internacional gigante, recheada de peças incríveis e diferentonas que faz entregas para o Brasil. Como ela pertence ao grupo Amazon, é super confiável. Ainda o frete é fixo (compras até 99 dólares = 10 dólares de frete, compras acima de 100 dólares = frete GRÁTIS!).

Gosto de comprar lá porque as taxas de importação já são calculadas no final das compras e pagas através do sistema deles, então não corremos o risco de atrasos na entrega, pacotes perdidos, ter que buscar as compras no correio e muito menos a surpresa de um valor injusto nas taxas como acontece se dependermos da alfândega brasileira.

Mesmo com o dólar alto, acho que algumas coisas valem a pena, até mesmo pq os preços do Brasil também estão bem altos, né. Prefiro pagar 200 reais em uma jaqueta estilosa que ninguém mais vai ter por aqui do que depois sair de casa de uniforme. #soudessas

Ainda os leitores aqui do blog vão ganhar desconto progressivo se usarem o código: GOBIG17

  • 15% de desconto nas compras acima de 200 dólares
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Separei algumas peças no mood da cor rosa com dicas de styling! #wishlist

RELAX E OUSADO

Use peças de alfaiataria com cores pastel para compor
um look mais clean e menos “engessado”.

FINAL DE SEMANA COR DE ROSA

Uma túnica leve com jeans e acessórios
que contrastam as tonalidades.

WE’RE BLUSHING

Misture uma peça rendada tipo boudoir
com uma tomboy – jaqueta bomber ou tênis.

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Os melhores looks da coleção da Kendall + Kylie

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Essa coleção de outono da Kendall + Kylie é a que mais representou o estilo das irmãs Jenner até agora. Tem looks super Kendall – os mais minimalistas – e outros super Kylie – os mais street -, então é possível agradar diferentes tipos de público. Gostei também da possibilidade de fazer um mix com as peças, trazendo “o melhor dos dois mundos” para um único look.

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jaqueta + blusa + shortsmochila + bota

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kendall-and-kylie-fall-2016-lookbook-tendencia-fashion-trends-moda-blog-got-sin-08vestido + bota + chaveiro

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blusa + saia + bolsa + chaveiro + sandália

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kendall-and-kylie-fall-2016-lookbook-tendencia-fashion-trends-moda-blog-got-sin-12blusa + jeans + bolsa + sandália

kendall-and-kylie-fall-2016-lookbook-tendencia-fashion-trends-moda-blog-got-sin-18jaqueta + bolsa

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kendall-and-kylie-fall-2016-lookbook-tendencia-fashion-trends-moda-blog-got-sin-13blusa + saia + sandália

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blusa + bolsa + sapato

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casaco + blusa + sandália

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mochila

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capa

 

O Girl Power da Dior com a Maria Grazia Chiuri

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Pela primeira vez na história da Dior, depois de 69 anos, uma mulher assumiu o cargo de diretora criativa da maison. Maria Grazia Chiuri saiu da Valentino para trazer leveza e salvar a marca francesa do caos estético que Raf Simons deixou. O anúncio oficial veio ainda em julho, mas o desfile aconteceu apenas hoje, no dia 30 de setembro.

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O mais irônico é que a Dior teve função histórica na criação do estilo lady like, trazendo um shape com a cintura de vespa bem marcada e saias godê para o ápice dos anos 50, o perpetuando até hoje, mas os desenhos das peças sempre foram conduzidos por estilistas homens. Analisando a coleção de estreia da Maria, podemos perceber que ela trouxe fluidez e feminilidade para a marca novamente, que estava em falta por conta do minimalismo mal elaborado do Raf Simons – já falei por aqui o quanto eu estava descontente depois que ele assumiu o cargo em 2012. Apesar dele ter trazido uma modernidade e tentado conversar com um público mais jovem, quem acertou de verdade foi a Chiuri.

A coleção de estreia foi marcada pelo girl power em todos os sentidos, mostrando que as mulheres conseguem alcançar tudo aquilo que desejam – inclusive ser a líder criativa de uma das mais conceituadas grifes do mundo! Percebe-se a tentativa de traduzir os desfiles conceituais e a elegância da mulher Dior para transformá-las em “meninas Dior“!

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Esqueça aqueles shapes antigos e ultrapassados, essa coleção foi feita para agradar o pessoal da internet mesmo, bem ready-to-wear. Notamos a influência que o Instagram, Tumblr, Snapchat e blogueiras tiveram na moda, não apenas no sentido estético, mas também nos assuntos que são relevantes e que conseguem conversar com a moda.

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O New Look de Christian Dior desafiava a modernidade e a forma rigorosa de se vestir, devolvendo à mulher as curvas e o refinamento que a guerra havia apagado, uma moda totalmente nova naquela época. Maria Grazia Chiuri confronta a tradição da Maison Dior e reposiciona a mulher no centro, passando por cima das expectativas e questionando as verdades impostas. Traz uma reflexão sobre as formas de uma silhueta contemporânea, ágil, olímpica, elitista com uma elegância esportiva, mas acessível, pois o uniforme é um elemento ao mesmo tempo único e serial. Através dele, o corpo expressa sua individualidade, já que cada um moldará a roupa que veste e não mais o contrário.

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feminismo, assunto tão atual e necessário de ser abordado, também apareceu com força na coleção. Inclusive há algumas camisetas básicas que com certeza vão virar hit no Instagram – e serão copiadas ad infinitum.

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De maneira um pouco mais discreta, vemos a evolução da mulher na sociedade:

“Procuro estar sempre atenta ao mundo e criar uma moda compatível com as mulheres de hoje. Uma moda que acompanhe suas transformações, que fuja das categorias estereotipadas ‘masculino/feminino’, ‘jovem/menos jovem’, ‘razão/sentimento’, apresentando inclusive aspectos complementares. A esgrima é uma disciplina na qual o equilíbrio entre o pensamento e a ação é essencial, assim como a harmonia entre o espírito e o coração. O uniforme feminino da esgrima é idêntico ao masculino, exceto pelas proteções especiais. O corpo feminino adapta-se a esta roupa que, por sua vez, parece ter sido trabalhada de acordo com suas formas.”, explica Maria Grazia Chiuri

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coração bordado sobre o peito, como nas primeiras roupas das esgrimistas, traduz melhor do que mil palavras a intensidade e a força das emoções vividas pelas mulheres de hoje.

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Os elementos desse uniforme, como as máscaras, os casacos e os cadarços, fazem parte das peças explosivas cujas linhas exaltam a clareza construtiva do projeto de Maria Grazia Chiuri, que incorpora a ruptura fundadora das origens – aquela realizada por Christian Dior – para atravessar livremente uma história extraordinária marcada por diversos talentos, apropriando-se (como na Postproduction de Nicolas Bourriaud) de cada peça útil para construir uma nova gramática, na qual o tempo sempre presente da moda transcorre sem nenhuma lógica.

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Fascinada pelo aspecto íntimo e artesanal da Maison, ela experimenta vários materiais em montagens inéditas. Através de formas descontextualizadas e colocadas em movimento, inventa um diálogo entre os símbolos: o espartilho que não oprime e expressa com leveza e ironia o desejo de se observar e de se dar prazer; a liberdade de deixar visível uma peça íntima técnica e gráfica que segue as curvas do busto.

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Os elásticos estampados com o nome da marca fazem uma referência clara ao universo urbano. O que foi uma moda bem comum no começo dos anos 2000 (Top da Brasil Sul! Quem nunca? rs) e também já apareceu bastante nas coleções recentes da Moschino, que tem um público mais jovem.

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Prevejo a Rihanna usando esse vestido em breve!

Um prêt-à-porter aberto às influências do streetwear, com seus materiais técnicos e uma dimensão mágica, sonhadora, supersticiosa, quase vidente, tão adorada pelo fundador da Maison – que adorava isso e sempre lia cartas de tarot antes dos seus desfiles – e expressa por Maria Grazia em sua famosa frase: “Aprenda a seguir seus sonhos”. Suntuosos bordados com os signos do zodíaco cobrem os tecidos, transformando-se em verdadeiras telas. Inúmeras figuras do tarô, sabiamente aplicadas em diferentes locais, sugerem possíveis interpretações do futuro.

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Minhas peças favoritas foram os vestidos e saias bem fluidos, os blazers e as capris. By the way, essa última tendência já pode ser colocada em prática no verão, né? Fica bem em todo mundo, é confortável e ainda não é tão quente para o comecinho e final da estação.

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Esse rosa é o meu vestido favorito!

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Os acessórios também têm cara de hit, principalmente os chokers e brincos. A minha bolsa favorita foi a preta, bem parecida com as da Moschino tb.

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O penteado é bem fácil de copiar: Os cabelos são presos em um coque bem apertado com o diferencial das tranças adornando a parte traseira da cabeça. Mais uma vez mostrando que a praticidade é fundamental para a mulher atual.

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Não estou surpresa, pois era exatamente o que eu esperava dessa designer, visto o que ela costumava apresentar nas últimas coleções da Valentino. É claro que ela não tem aquela força conceitual e artística do Galliano, mas deu um refresh necessário que a marca e as mulheres consumidoras almejavam. Eu daria uma nota 4 de 5. Ela fez o que o Raf Simons não foi capaz de fazer, portanto estou muito feliz de poder acompanhar novamente os próximos desfiles da Dior – que eram os meus favoritos das temporadas até 2012.

O que acharam desse desfile?

Créditos das fotos: The Impression

A moda das roupas com piercing

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Uma moda um tanto quanto ousada (e inusitada!) está tomando conta de várias coleções nessas últimas temporadas. Das passarelas francesas do Thierry Mugler até o lado underground de Nova York, os piercings nas roupas viraram itens de desejo.

Os piercings aparecem em camisetas – como se estivessem presos no mamilo, ou então em casacos, vestidos, bolsas, abas de chapéus e bonés. Você decide se quer mergulhar na tendência e usá-la da cabeça aos pés! Só sei que esse detalhe tão pequeno está conseguindo roubar a cena, chamando bastante atenção por onde passa, mesmo quando tem sua presença em peças básicas.

🔩🔩 @reltubatokad in the Pierced Nipple Tee

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É uma ideia interessante para aqueles que gostam das joias e da ousadia delas, porém não consegue enfrentar a dor de ter a pele furada. Talvez seja a maneira menos punk de parecer punk, mas é uma alternativa simples de ser rebelde por pelo menos uma noite – ou uma estação. Todavia, há também os fãs de piercing de verdade que agora poderão demonstrar ainda mais o seu amor pela arte igualmente através de suas roupas. Então, no fim, todos acabam ganhando.

Adorei as camisetas da LPD New York e a bolsa J.W. Anderson!

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Meu look: Blackout

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A ideia desse look iniciou com uma inspiração nos filmes noir (meus favoritos), por causa da saia midi que as femme fatales dos anos 40 usavam. Até procurei uma escala de cinza e preto para apoiar a ideia, porém, acabei modernizando tudo no improviso e ficou um estilo um pouco muito distante do conceito original, lembrando bem mais algo bdsm. hehe (oops!) Culpa do strappy bra e da sandália de tiras, que têm uma carinha fetichista. Então, já que eu tinha apelado para esse lado, aproveitei e joguei uma bolsa de zebrinha como complemento.

Vale comentar que a estampa de zebra fez muito sucesso no começo dos anos 2000 e é exatamente por esse motivo que ela é uma forte tendência para retornar à moda nos próximos tempos – bem como a Burberry já mostrou na sua coleção de resort. Aposto no inverno de 2017 ou 2018. Um dia cafona, no outro tendência… it’s the circle of life! Aceitem.

Mas agora vamos falar sobre esse comprimento de saia justinha, que estou mais viciada do que nunca. Valoriza demais o corpo, é sexy, dá para usar do trabalho até a balada e ainda deixa qualquer look elegante instantaneamente. Essa da foto fui eu que fiz! Tô muito orgulhosa das minhas habilidades no mundo da costura, não sabia que seria tão fácil criar roupas do zero. Sem contar que dá aquele alívio de poder fazer o que você quiser e a hora que bem entender, me libertando da necessidade de esperar por dias as encomendas de roupas que eu comprava na internet chegarem ou então de percorrer horas e horas o shopping atrás de algo que certamente eu teria que mandar ajustar depois – quem mandou ser pequena e magrela, né? Nem o PP dá conta às vezes. Então o jeito é colocar a mão na massa.

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Camiseta: John John | Saia: Sylvia Santini | Sandália: Lilly’s Closet | Óculos: Michael Kors

COMPRE SEMELHANTES:

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