Plus is Equal

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“Ninguém faz história ficando calado.”

Mais uma vez a marca de lingeries Lane Bryant traz uma mensagem de empoderamento para as mulheres. (Lembram da campanha #ImNoAngel?) Agora a ideia para o outono é difundir a hashtag #PlusIsEqual. É hora de representar! 67% das mulheres nos EUA usam tamanho 48. Mesmo sendo maioria, continuam não representadas nos outdoors, revistas e televisão espalhados por todo o país. O foco disso é que todas as mulheres devem ser vistas e celebradas igualmente.

A campanha apareceu na edição de setembro da Vogue e contou com as incríveis modelos Ashley Graham, Candice Huffine, Georgia Pratt, Justine Legault, Sabina Karlsson e Precious Victoria Lee.

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92% das mulheres plus size não se sentem igualmente representadas pela mídia.

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65% das mulheres com manequim 48 sentem que a indústria da moda ignora suas necessidades.

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A mulher comum sempre foi representada por modelos com peso inferior ao delas, mas em 17 anos essa diferença caiu drasticamente. Em 1995 as modelos pesavam 8% menos, hoje em dia pesam 23% menos.

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3 comentários sobre “Plus is Equal

  1. Leticia disse:

    acho super válido esse tipo de campanha. É um saco olhar as modelos sempre magérrimas e sentir que aquelas roupas simplesmente não vão entrar em você de jeito nenhum. Não são pessoas “normais” desfilando :/ muitas vezes o P, M e G existem nas lojas sei lá pra que (a impressão é que os tamanhos são P, super P e mega P).
    Outra coisa que sempre me irrita é o tamanho das coisas. Outro dia experimentei um vestido e ele ficou arrastando no chão parecendo uma cauda. Não é todo mundo que tem altura de modelo de passarela! Beijos :)

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    • sininhu disse:

      Tb acho válido!
      O meu problema é encontrar roupas PP, principalmente quando estou um pouco abaixo do peso (como ultimamente), é quase tão impossível de encontrar quanto as GG. Mas sei bem como as plus size (as mulheres normais, né… não gosto do termo “plus”) sofrem pq minha mãe usa 48 e eu não consigo comprar roupa de presente sem ela estar junto para experimentar, quase nada 48 é de fato 48 (isso quando não tem só até o 44, né).
      Sobre coisas arrastarem no chão, te entendo perfeitamente! Tudo o que eu compro precisa fazer bainha ou cortar metade fora! hahah :/
      Acho que os moldes que eles usam nas indústrias são muito fora dos padrões reais. Deveriam fazer linhas “petit”, “tall” e “curve” em todas as lojas (tipo como a Asos e mais algumas gringas fazem).
      Beijos

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      • Leticia disse:

        exatamentee! lojas gringas tem medidas muito mais “reais”..
        pra mim no fim das contas compro roupas que me escolhem.. pq se eu for escolher sempre fica apertado/largo/arrastando. argh.

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