trendsetter: Rihanna e o sobretudo com shorts

Rihanna Wears a Long Half Open Sweater with No Bra

Não é de hoje que eu me inspiro totalmente no estilo da Rihanna, como vocês podem ver pela quantidade de posts em que falo dela nos arquivos do blog. Amo o estilo provocante mas ao mesmo tempo com cara de relax, nada forçado que ela consegue sustentar tão bem. Salve o bom gosto do divino Mel Ottenberg! (stylist dela)

Rihanna Wears a Long Half Open Sweater with No Bra

Esse look de hoje não é diferente. Ela usou um sobretudo sem nada por baixo, apenas um shorts jeans de cintura alta e uma sandália com amarrações. Simples, sexy, básico e com cara de confortável. Achei perfeito! ♥ Ainda combinou com uma bolsinha Louis Vuitton com estampa clássica de monograma que eu tanto amo, bem 00’s.

Rihanna Wears a Long Half Open Sweater with No Bra

Aliás, esses sobretudos estão super na moda, né? Já apareceu em diversos desfiles e voltou com tudo. Na real eu nunca abri mão desse tipo de casaco, já que aqui no RS o frio castiga e é impossível sair na rua sem algo que te cubra ao menos até os joelhos. O bom é que agora o comprimento aumentou e os casacos vão até o tornozelo! Uhul! Tô louca para rechear meu guarda-roupa com peças assim. Por enquanto ainda dá para se inspirar na RiRi e usar roupas mais leves nesse começo de outono.

Os 5 maiores Micos da minha vida

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Apesar do meu perfeccionismo virginiano, confesso que sou um tanto quanto desastrada. Tenho diversas histórias de micos que passei na minha vida, mas selecionei aqui algumas que lembrei no momento. Não sei se são os maiores, mas estão disputando o pódio com certeza! Dá o play na trilha sonora e vem rir de mim.

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AUTÓGRAFO DO “JOGADOR” DO GRÊMIO

Quando eu era menor, minha mãe levou eu e minha irmã para Porto Alegre numa excursão com as turmas que ela lecionava. Dentro do roteiro estava uma visita ao Estádio do Grêmio. Ao chegarmos lá, descemos do ônibus eu, minha irmã e mais umas alunas da minha mãe com a missão de conseguirmos autógrafos dos jogadores. Vi um cara saindo do estádio por uma portinha metálica que ficava na lateral, bem perto de onde falaram que os jogadores estavam treinando. Eu, como amante de futebol que sou (SÓ QUE NÃO), avisei as meninas, apontei e então fomos correndo até ele pedindo histericamente por um autógrafo! Aí o cara falou rindo: “Posso até dar um autógrafo para vocês, mas não sou jogador!” Ficamos MORRENDO de vergonha, olhando umas para as outras e pensando no que era mais ridículo fazer: 1) admitir que não entendíamos NADA de futebol, pedir desculpa e sair dali o mais rápido possível 2) fingir que tínhamos achado ele lindo e queríamos o autógrafo do mesmo jeito. hahahah Escolhemos a primeira opção e aprendi a valiosa lição de nunca mais me fingir de entendida de assuntos que não me pertencem.

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MEIA-CALÇA E SAIA

Certa vez fui numa festa e tinha programado um look com minissaia plissada, mas como era inverno e estava muito frio, tive que colocar uma meia-calça cor de pele por baixo. Já no finzinho da festa, o sol já tinha raiado, estava bem claro e ainda tinha uma quantidade significativa de pessoas. Eu, totalmente acabada de sono, resolvi ir ao banheiro e ao sair de lá, ouvia minha amiga gritando do outro lado da festa: “Sylvia, tua saia!”. Ela repetiu mil vezes e eu não entendia o motivo, passava a mão do lado e atrás da saia e não percebia nada de estranho. Até que atravessei todo o recinto e cheguei perto dos meus amigos que explicaram “tu prendeu a barra da saia por dentro da meia-calça”. Olhei correndo para baixo e vi que o problema era na frente, por isso não estava achando nada anormal quando passava a mão por ela. Para piorar ainda mais a situação eu estava usando uma calcinha vermelha! Ou seja, era impossível não ter aparecido. Ainda bem que devem ter pensado que eu estava bêbada para estar andando daquele jeito. hahahah Infelizmente eu estava sóbria e lembro perfeitamente bem da cena. :(

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 XIXI NA CALÇA

Quando eu era criança a minha mãe tinha a mania de enfiar toda a família no carro para viajar, ficávamos horas e horas conhecendo a serra gaúcha, praias, campings e etcZZZZZ. (Por isso eu enjoei de viagens e não sou nada fã!) Dessa vez o passeio seria para Gramado. No caminho fomos comendo, tomando refri (eu suco) e etc, como uma família gorda normal. Chegou um ponto em que eu precisava muito fazer xixi, não aguentava mais segurar e fiquei bastante tempo avisando meus pais para pararem o carro para eu ir ao banheiro, mas como éramos 3 irmãos (crianças pequenas), provavelmente meus pais já tinham parado em algum lugar antes, então insistiram para que eu aguentasse pois estávamos quase chegando em Gramado. Ok, fiz um esforço. Eis que a minha mãe teve a brilhante ideia de descermos no Lago Negro para irmos nos banheiros de lá. Assim que eu pisei para fora do carro, vi aquela água toda do lago e… não me aguentei… fiz xixi na calça ali mesmo! Ainda, para ajudar o momento de humilhação infantil, duas mulheres passaram e falaram: “olha, aquela menina tá fazendo xixi!”. QUERIA ESTAR MORTA! hahahahahah Eu era pequena, foi perdoável, mas na minha cabeça foi um super mico que eu lembro até hoje. Nunca mais saí de casa sem fazer xixi antes.

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SAPATO TRAIDOR

Em 2006 fui assistir os desfiles no Iguatemi Serra Fashion aqui na minha cidade. Escolhi um look com um scarpin divo, mega alto e de salto finíssimo. Infelizmente no dia que comprei o sapato não percebi que ele era um pouco grande para o meu pé – na real eu vi que era um número maior do que eu costumava usar, mas tinha ficado TÃO LINDO *-* que pensei que esse detalhe não seria tão importante. Infelizmente o amor não foi correspondido e aquele sapato quis me matar o resto da noite, seja de vergonha ou em forma de ameaça de me derrubar a cada passo que eu dava. A ideia de usar um look chique e elegante foi por água abaixo, já que eu mal conseguia caminhar, tinha que praticamente arrastar o sapato pelo caminho. Foi ridículo!

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ROLAR DA ESCADA

Lá pelos meus 11 anos de idade, saí com a minha mãe em uma loja super movimentada aqui da minha cidade. Estava me achando A adulta, não queria segurar na mão dela, fazia carão, usava uma minissaia e uma botinha com saltinho – me sentindo uma Spice Girl. #maturidades Nessa loja tinha uma escada gigante e circular, cujos degraus eram mais finos no centro. Minha mãe insistiu para que eu segurasse a mão dela novamente, afinal, a escada era perigosa. Mas, como eu queria provar que era adulta suficiente, resolvi descer sozinha e pelo lado mais estreito, é claro. Enfrentar o “wild side”. Pena que logo nos primeiros passos eu escorreguei e desci rolando com tudo, só parei porque um homem que estava subindo conseguiu me segurar. Minha mãe (com o coração na mão) e o resto das pessoas que estavam na loja correram na minha direção para ver se eu tinha “sobrevivido” sem sequelas – o que, por muita sorte, tinha acontecido. Ainda o cara que me salvou falou: “Machucou apenas o orgulho, né?” e começou a rir. Realmente, ele estava certo. Tive que sair da loja caminhando como se nada tivesse acontecido, com o orgulho ferido e com todo mundo rindo da minha cara. Ainda tive que ouvir da minha mãe: “Viu, se tivesse segurado na minha mão isso não teria acontecido!”. Uma bela lição sobre teimosia e rebeldia.

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Confira também os micos das meninas: Andressa, Anne, Gabi, Larissa, Lívia e Tayra! ;)

Não meça o valor de uma mulher pelas roupas!

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Cansei de falar sobre esse assunto por aqui, mas infelizmente parece que o preconceito é interminável. As mulheres continuam tendo seu caráter julgado pelo tamanho das roupas que vestem e é isso que a ONG Terre des Femmes está alertando com a campanha “Não meça o valor de uma mulher pelas roupas“.

As fotos são simples e fáceis de entender. Tenho certeza que você já usou esse parâmetro para medir alguém ou já foi medida dessa forma: puritana, velha, sem graça, provocante, descarada, tá pedindo, piriguete e puta.

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Muitos homens e mulheres parecem estar presos ao depreciativo, conservador e cerceador machismo que faz com que TODAS as mulheres sejam vistas como meros objetos. Como se as mulheres escolhessem as roupas que vão vestir pensando exclusivamente em satisfazer sexualmente os homens.

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Sempre tive muito nojo desse tipo de pensamento e continuarei lutando para que isso chegue ao fim. Seja atravessando as “linhas tênues” impostas pela sociedade, seja ajudando a dar voz para essas campanhas. Nós merecemos ser livres! Essa “régua” conservadora só nos aprisiona.